quarta-feira, 29 de abril de 2009

QUE JORNALISMO QUEREMOS?


Caros amigos,
Desde que enviei o cartaz da Campanha em Defesa do Jornalismo para meus colegas, recebi muitas respostas. Cada qual com sua posição. Respeito todos os posicionamentos. Respondo a todos agora, pois durante a semana quase não tenho tempo para divagar na própria liberdade de expressão (esse é um dos motivos pelo qual ainda não criei meu blog). Sou a favor do diploma, sim. Conheço jornalistas que são excelentes profissionais, possuem uma base humanística por natureza e isso me inspira e serve de exemplo, como meu amigo Lucky (que por sinal é contra o diploma…). Acontece que conheço muito mais profissionais sem diploma e sem caráter. “Jornalistas” que colocam o interesse acima da ética. Acontece que pessoas assim estão contaminando o mercado, pois contribuem para criar um estereótipo da nossa profissão, que hoje, é mau vista por advogados, economistas, políticos, ministros do STF… e outros.
Temos que parar de pintar o passado de rosa, como o poeta Mario Quintana escreveu. Reconheço que nossos dinossauros do jornalismo desempenharam um brilhante papel na história da democracia brasileira, lutando contra a ditadura, mas logo em sequência no período de redemocratização brasileiro, fomos obrigados a engolir uma edição de um debate de eleição presidencial. Antes disso, pudemos ver como uma campanha como a da Diretas Já foi ignorada por alguns meios de comunicação. Isso é o jornalismo que queremos? Só sei que esse não é o jornalismo que EU quero.
Casos como o da menina Eloá e Isabela Nardoni, para mim, mostram como é perigoso a falta de um chefe de reportagem e donos de jornais com base humanística. É de entristecer, olhar na universidade centenas de jovens que estão ali apenas para desfilar ou para chegar antes da chamada e sair logo após a última lista de presença. Nossa geração vai se formar sem desfrutar do clima acadêmico quase socrático, com base nas esferas públicas da comunicação e discussão filosófica. E isso vai se refletir no mercado profissional. Se você não quer vivenciar a universidade e está cursando a faculdade apenas pelo diploma, eu lhes digo: Desista! Não jogue fora seu dinheiro por quatro anos. Se você apenas quer o diploma, então compre-o! A formação acadêmica, hoje, se faz necessária, pois nós jovens estamos em uma sociedade que está perdendo a democracia. Antes se perdiam a vida em prol do jornalismo social. Hoje, a mentalidade é ganhar a vida com o “jornalismo social”. Se você quer o carro do ano, uma mansão, a roupa da moda, gastar na balada, então, lamento informar que jornalismo não é a sua profissão.
A falta de um diploma para mim é um perigo para a sociedade, pois cada vez mais seremos bombardeados por uma minoria que quer estabelecer um padrão massificado de beleza e de vida. Cada vez mais teremos na nossa profissão modelos e atrizes apresentadoras, que não possuem a perspicácia inerente ao bom jornalista. Tudo bem que muito se aprende indo para a rua, mas garanto que quando terminei o segundo grau tinha um sonho de ter um jornal pra mim, se o tivesse feito isso sem ao menos ir para o campo acadêmico, garanto que hoje não seria o ser humano que sou hoje. Muito provavelmente teria aprendido muito com as pancadas da vida e com certeza teria o meu jornal e um venenoso caráter.
Vejo que querem avacalhar nossa profissão. Mas qual é o motivo para isso? Será que querem nos marginalizar? Nos jogar à margem da sociedade acadêmica para ficar mais fácil dar descrédito ao que queremos alertar à sociedade? Para ficar mais fácil nos crucificar?
Como o jornalista Fernando Braga disse: “Tem muita gente (POLÍTICOS, JUIZES, EMPRESÁRIOS, ETC) querendo sentar na cadeira do Bonner…”
Beijos meus amigos!


Por Diane Lourenço

sábado, 18 de abril de 2009

A CONSTRUÇÃO DO SUCESSO


O pensamento do sucesso começa com idéias, sonhos, atitudes, educação e planejamento. Tem muita gente que defende a idéia de que para alcançar o sucesso profissional basta querer e querer intensamente. É isso, provavelmente, a primeira atitude de um vencedor. Mas de nada vai adiantar desejar, se os planos não saírem do papel.

Grandes idéias nascem e morrem todos os dias por falta de um plano de ação que dê sustentação à idéia. São as atitudes que escrevem a nossa história, e não nossas expectativas. Muitos dos que fazem sucesso afirmam todos os dias que não ficam esperando o sucesso bater às suas portas. Gosto sempre da afirmação do Abílio Diniz: "Enquanto alguns sonham com o sucesso, nós acordamos cedo para fazê-lo". Ninguém chega onde quer chegar profissionalmente por um golpe de sorte. Foi-se o tempo que um currículo recheado de excelentes universidades e MBAs eram certeza de boa colocação profissional. Não faltam exemplos hoje de pessoas com cursos, digamos aqui, apenas razoáveis, que conseguiram encontrar o caminho do sucesso até com mais solidez do que outros que vieram de grandes escolas.

Não há crítica aqui ao conhecimento ou a qualidade real das grandes escolas, mas sim a atitude do ser humano ou a falta dela, a diferença está nas decisões e na postura que a pessoa toma em sua vida. A maior carência no mundo profissional não é de conhecimento e sim de atitude. As pessoas sabem o que tem que fazer, mas não fazem. Também existem outros ingredientes para se atingir o topo.

Segundo Eugênio Mussak, as pessoas costumam encarar a vida profissional separada da vida pessoal, como se isso fosse possível! Essa é uma visão de curto alcance porque não se pode desenvolver alguém pela metade. Ele ainda fecha essa posição com três pontos estratégicos:

1. Onde se está.

2. Onde se quer chegar e

3. O que se está fazendo para chegar lá.

O ser humano é o animal mais frágil do planeta. Ele só consegue ter força quando se une aos seus pares. Essa é uma visão filosófica, mas também muito utilitária. Mas é preciso sair do discurso para a ação. Não basta apenas trocar cartões. É necessário cultivar amizades e estabelecer vínculos. Não basta rezar... É preciso ir ao encontro de Deus! E quando você estiver no topo, lembre-se das palavras do dramaturgo americano Wilson Mizner: "Seja simpático com as pessoas à medida que você for subindo, porque você encontrará com elas à medida que você descer". Ou seja, humildade não faz mal a ninguém!

Pense nisso, Um abraço e esteja com Deus!


MARCOS SOUSA

sábado, 4 de abril de 2009

REVOLUÇÃO DA ALMA


Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue sua alegria, sua paz sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém. Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja. A razão da sua vida é você mesmo. A tua paz interior é a tua meta de vida. Quando sentires um vazio na alma, quando acreditares que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo, remete teu pensamento para os teus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você. Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você. Não coloque o objetivo longe demais de suas mãos: abrace os que estão ao seu alcance hoje. Se andas desesperado por problemas financeiros, amorosos, ou de relacionamentos familiares, busca em teu interior a resposta para acalmar-te, você é reflexo do que pensas diariamente. Pare de pensar mal de você mesmo(a), e seja seu melhor amigo(a) sempre. Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então abra um sorriso para aprovar o mundo que te quer oferecer o melhor. Com um sorriso no rosto as pessoas terão as melhores impressões de você, e você estará afirmando para você mesmo que está "pronto“ para ser feliz. Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar a felicidade sem esforços. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda. Critique menos, trabalhe mais. E não se esqueça nunca de agradecer. Agradeça tudo que está em sua vida nesse momento (...) Nossa compreensão do universo ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida. A grandeza (da vida)não consiste em receber honras, mas em merecê-las.



Aristóteles

sexta-feira, 3 de abril de 2009



**Para visualisar a letra da música clique na imagem!!

** Mais uma colaboração do Márcio!!!
Continue assim garoto!!!
Parabéns!!!

quinta-feira, 2 de abril de 2009


No dia 31 de Março ocorreu, na Praça da Impressa em Fortaleza, um manifesto em defesa do diploma do curso de jornalismo, no dia seguinte, seria julgado pelo Supremo Tribunal Federal um recurso extraordinário que eliminaria a obrigatoriedade do diploma do curso de Jornalismo para exercer a profissão, desregulamentando a mesma. Estavam a frente do movimento, o sindicato dos jornalistas do Ceará, Sindjorce, o sindicato dos gráficos e estudantes do curso de diversas instituições de ensino superior.
Atos como esse são de extrema importância para a sociedade, caracteriza a luta pela democracia, a busca pelos direitos dos homens e a possibilidade de engrandecer o meio em que vivemos, mostrando que somos capazes de fazer valer a lei que defende cada um de nós.
Se analisarmos o conteúdo exibido em nossos veículos de comunicação, veremos a necessidade de profissionais capacitados, com embasamento teórico e prático, capazes de transmitir ao público, com toda a fidelidade, o que é real. A mídia é uma arma poderosa e não pode ser tratada de forma irresponsável.
Os prejuízos, caso a lei seja aprovada, não atingirá apenas os profissionais da área e universidades, mas também a população que deixará de ter as informações transmitidas de forma correta, abrangente e verossímil utilizando ética e técnicas aprendidas no decorrer do curso superior.
O jornalista é, acima de tudo, um formador de opinião, que utiliza a imprensa como meio de informar, deixar a sociedade apta para tomar decisões, repensar atitudes e conhecedora do que acontece a sua volta, não se pode delegar tarefas de tamanha responsabilidades a quem não tem preparo para arcar com suas consequências.
Pensando nisso, podemos concluir que jornalista, só com diploma!



Louany Cunha